Por que uso Linux

Caju, um parente meu que trabalhou muitos anos no Japão como dekassegui, resumiu a diferença entre viver aqui e viver lá:

– No Japão, você é tratado como gente.

São palavras perfeitas para explicar o motivo pelo qual eu uso o sistema operacional Linux. Ele respeita a liberdade do usuário. Ele trata o usuário como um adulto – alguém que sabe o que faz e portanto é responsável pelas suas ações. Acima de tudo, o Linux trata o usuário com sinceridade e transparência.

Ele não é um sistema perfeito. O modelo de desenvolvimento em comunidade também tem os seus inconvenientes. Ainda há alguma incompatibilidade com programas de outros sistemas operacionais. Mas querer alguma coisa perfeita neste mundo imperfeito – no qual estamos apenas de passagem – é ingenuidade.

Mesmo com todas as limitações inerentes às coisas e aos seres humanos, o Linux procura tratar o usuário como gente.

E essa é uma das muitas razões do seu sucesso.

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Só um hobby – nada grande nem profissional

Tradução livre da mensagem postada na Usenet por Linus Torvalds no dia 25 de agosto de 1991.

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Olá usuários do minix

Estou elaborando um sistema operacional livre (apenas um hobby, não será nada grande ou profissional como o gnu) para clones do AT 386 (486). Comecei a desenvolver em abril e está quase pronto. Gostaria de um feedback sobre o que vocês gostam ou não no minix já que o meu SO se parece um pouco com ele (tem o mesmo layout físico do sistema de arquivos (por motivos práticos), entre outras coisas).

Implementei na versão atual bash (1.08) e gcc (1.4) e tudo parece funcionar bem. Isso significa que eu terei algo prático dentro de poucos meses e gostaria de saber que características as pessoas gostariam que ele tivesse. Todas as sugestões são bem-vindas, mas não prometo implementá-las🙂

Linus (torvalds@kruuna.helsinki.fi)

PS. Sim – ele não tem nenhum código minix, e possui um sistema de arquivos multi-thread. NÃO é portável (usa chaveamento de tarefas 368 etc.) e provavelmente não suportará nada além de discos rígidos AT, já que é tudo o que eu tenho😦.

– Linus Torvalds

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Loucos dias no Metrô

Ontem, o Metrô pedia, pelo sistema de som, que os usuários colaborassem com a empresa levando moedas para facilitar o trôco.

Como bom cidadão, hoje fui comprar bilhetes e dei uma moeda para ajudar. A funcionária, entretanto, não apenas recusou a minha moeda como me deu mais uma, me deixando pensativo – seria pura ignorância matemática ou malícia?

Achei melhor pegar logo a grana e dar o fora para não atrapalhar os pobres paulistanos que faziam fila atrás de mim. Como sofre esse povo!

Lembrei-me de uma ocasião em que – cidadão exemplar! – resolvi dar uma sugestão ao Metrõ pelo site e acabei me vendo às voltas com um formulário estilo interrogatório nazista que me fez desistir de imediato.

Por essas e por outras, dá para entender por que no ano passado a direção do Metrô tentou esconder o estupro de uma operadora de uma cabine de recarga de Bilhete Único – da empresa Prodata Mobility – ocorrido na estação República.

Estamos mesmo vivendo dias doidos…

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Ideologia de gênero imposta em Goiás

O governador de Goiás, MARCONI PERILLO (PSDB), baixou um DECRETO autorizando o uso do nome social por parte dos funcionários públicos – revolução em estado puro.

Olavo de Carvalho já está cansado de explicar a estratégia das tesouras, que consiste em ter dois partidos esquerdistas dominando o panorama político. PT e PSDB, por décadas, enganaram o povo brasileiro. Farinha do mesmo saco.

Leia mais no Mídia Sem Máscara: Goiás: governo impõe ideologia de gênero por decreto.

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Ataques sexuais na Suécia

Uma onda de ataques sexuais realizados por refugiados muçulmanos deixa bem claro o papel da abertura aos imigrantes na Europa: a destruição do Cristianismo e a imposição da sharia no Ocidente. Segundo a lei islâmica, as mulheres não devem frequentar lugares públicos.

Tudo isso está sendo mantido em segredo pela mídia de massa, cúmplice no crime civilizacional, e fomentado pelas feministas.

Leia o artigo Suécia: ataques sexuais fazem do verão um inferno, publicado no Mídia Sem Máscara.

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