Economês

É só abrir o caderno de economia de qualquer jornal e você logo se depara com uma enxurrada de artigos contendo índices, porcentagens, siglas, números e expressões esquisitíssimas tipo centro da merda, digo, da meta. Até parece que o abismo em que foi jogada a economia brasileira pode ser resolvida por números, como se fôsse uma equação matemática.

Economia, para mim, é outra coisa. É o estudo do uso dos recursos naturais pelo homem. Então, vamos falar do homem.

Nenhuma das análises dos artigos dos jornais toca nesse assunto. Ninguém aborda a questão do homem brasileiro que, a cada dia, vai se degradando e se tornando campeão mundial de homicídio, suicídio, matança no trânsito, burrice escolar e filhadaputice. Foi uma concepção errada da natureza humana que jogou o Brasil no buraco. Os comunas – Dilma, Lula, FHC e a canalha da constituição-cidadã – acreditam que o homem é um animal como os outros e que a vida é só isso aqui que passamos na Terra – morreu, acabou. Não há Deus, não há verdade, não há moral.. apenas a práxis, o poder criador do mal, o materialismo histórico.

Já vejo os economistas sorrindo complacentemente e dizendo “Esse japonês é burro, a economia não trata dessas coisas, isso é assunto da antropologia, da ociologia, digo, sociologia, da religião…”

Se a economia não serve para ir à raiz do problema, então, não queiram os economistas apresentá-la como panacéia e como a solução para os nossos problemas. Fiquem na baixeza das suas sandálias e não queiram se meter na briga de gente grande.

Meditem – os economistas – na emblemática frase do seu colega Roberto Campos: “o modo mais certeiro de ir à falência é seguindo o conselho de um economista”.

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O segredo da Confissão: governo australiano quer que padres dedurem abusadores

O governo australiano quer que os sacerdotes denunciem casos de abuso sexual ouvidos no segredo do sacramento da Confissão.

Ora, ora… porque o governo australiano não vai atrás dos comunas? Foram os comunas que criaram os abusadores, foram os comunas (Stálin) que introduziram a pedofilia na Igreja, foram os comunas que inventaram a revolução sexual.

(Muita gente discute a diferença entre comunismo e socialismo. Para mim, a discussão Comunismo vs Socialismo é mero diletantismo.)

A revolução sexual começou assim: a repressão ao instinto sexual é o grande mal do mundo. A Igreja é opressora. Abaixo a Igreja, abaixo a repressão, sexo livre pra todo mundo. Êba!

Décadas após os sutiãs queimados em praça pública, o que vemos é bem o oposto de liberdade: famílias destruídas, filhos sem pai, mulheres histéricas e o movimento sexual indo de vento em pôpa, fazendo cada vez mais adeptos e – ele sim, não a Igreja – oprimindo cada vez mais. Agora que a união homossexual já está aprovada, os comunas levam a frente de batalha a um novo patamar: a pedofilia.

Depois da pedofilia, virá a zoofilia e, por último, a necrofilia.

Por que o governo australiano não ataca isto? Por que o Estado moderno é cúmplice dos comunas. E é muito mais fácil atacar a Igreja.

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O exército americano – um relato

O crescente bate-boca entre Trump e Kim Jong-un e entre Trump e Nicolás Maduro me fez lembrar uma passagem do livro Força Delta, escrito por E. L. Haney, ex-integrante daquele esquadrão anti-terrorista.

O autor relata uma missão em um deserto no Irã. O avião que conduzia a tropa fez um pouco no deserto mas, para surpresa de todos, apareceu um ônibus lotado de passageiros, que foi interceptado. Vejam a postura dos soldados americanos.

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Enquanto isso acontecia, retiramos os passageiros do ônibus e os revistamos. A maioria era homens idosos e mulheres, com algumas crianças e vários jovens. Cerca de quarenta pessoas assustadíssimas. E tinham bons motivos para ficarem assustados, pois era como se a Terceira Guerra Mundial tivesse começado em torno deles. Existem pouquíssimos exércitos no mundo que não os teriam matado ali mesmo, mas nossos sentimentos por aquelas pessoas eram, em nome de Deus, que poderiam ser nossos próprios familiares ou amigos. Quando terminados de revistá-los e os colocamos sentados à beira da estrada, outros aviões surgiam na escuridão e logo havia gente por toda parte.

Resolvemos sequestrar os passageiros do ônibus. Nós os embarcamíamos em um dos aviões C-130 para sairmos do país naquela noite e soltá-los depois que a missão estivesse concluída.

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Presentes do Dia dos Pais

Fiz uma enquete com os meus sete leitores com a seguinte pergunta: Que presente você ganhou de Dia dos Pais?

A resposta variou de “nada” a “o melhor presente do mundo” passando por “cinto”, “sinto”, “o presente do momento” (no momento, o presente que deu para comprar foi esse…)…

O fato é que ninguém ganhou livro. Parece que o produto está em baixa.

Lembrou-me uma crônica de décadas atrás chamada “Como quem lê é visto por quem não lê” publicada no Estadão. O nome do cronista, eu esqueci. O fato é que o autor estava em férias na praia num prédio com vista para o mar. Mas, disse o cronista, “a beleza também cansa” e ele foi bater perna acabando por entrar numa livraria. E enquanto folheava alguns livros, começou ouvir as opiniões dos funcionários sobre os clientes-leitores. Era tanta barbaridade que ele preferiu sair de fininho para não ser notado…

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Fátima, 13 de agosto de 1917

No dia 13 de agosto de 1917 – exatos cem anos atrás! – as três criancinhas não puderam comparecer ao encontro agendado com Maria porque estavam presas. Haviam sido encarceradas pelas autoridades, anti-religiosas, que queriam acabar com o escarcéu provocado pelas visitas de Maria.

A seguir, trecho do livro Era uma Senhora mais brilhante que o sol, do Padre J. de Marchi, em que Maria da Capelinha relata o que se passou  no local das aparições.

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Se no mês de Julho havia muita gente, desta vez, era ainda muito, mas muito mais.

Parte vinha a pé e atava os seus farneizinhos aos ramos das árvores, outros vinham a cavalo, montados nos jumentos; vinham também muitas bicicletas e na estrada era um contínuo buzinar de carros.

Deviam ser onze horas quando aqui chegou também a Maria dos Anjos, irmã da Lúcia, com uns castiçais e velas para acender quando Nossa Senhora aparecesse.

Em volta da azinheira rezava-se, cantavam-se cânticos da Igreja, mas os pequenos tardavam e toda a gente começava a estar impaciente. Chegou, no entanto, alguém da Fátima a dizer que o Administrador tinha roubado as crianças. Levantou-se, então, um borborinho e não sei o que aquilo daria se não se ouvisse de repente um trovão.

O trovão era mais ou menos como da outra vez; alguns diziam que vinha da estrada, outros da carrasqueira, a mim parecia-me que vinha de vinha de muito longe… toda a gente se quedou assustada: e alguns pegaram a gritar que iam morrer. O povo então começou a espalhar-se afastando-se da azinheira. Mas o caso é que ninguém morreu.

Ao trovão seguiu-se o relâmpago e, logo depois, todos começamos a notar uma nuvenzinha, muito linda, muito branquinha, muito leve, que pairou uns minutos sobre a carrasqueira, subindo depois para o Céu e desapareceu no ar.

Olhando então em redor, observamos aquela coisa estranha que já doutra vez tínhamos visto e que também havíamos de ver nos meses seguintes.

O rosto da gente brilhava com todas as cores do arco-íris: rosa, vermelho,k azul…

As árvores pareciam não ter ramos e folhas, mas só flores; pareciam todas carregadinhas de flores, cada folha parecia uma flor.

O chão era todo aos quadradinhos, um de cada cor diferente; os fatos também eram da cor do arco celeste. As duas lâmpadas presas, ao arco, pareciam de oiro.

Certamente Nossa Senhora tinha vindo, mas não tinha encontrado os pequenos. Que pena ter vindo e não os encontrar!

Logo que os sinais desapareceram, toda aquela gente se pôs a caminho da Fátima, gritando contra o Administrador, contra o Sr. prior, contra o regedor, contra todos os que se pensava que tinham parte na prisão dos pequenos.

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