OdC: a mídia e o controle ditatorial da opinião pública

“Desde que a expressão “notícia falsa”, novo nome da “teoria da conspiração”, se incorporou ao vocabulário politicamente correto de rótulos infamantes, a mendacidade crônica da grande mídia nacional e internacional recebeu o mais poderoso dos estímulos, perdendo o último resquício de inibição que ainda pudesse ter.”

“Isso é rotina. Novidade é a incorporação instantânea, geral e uniforme do termo infamante “notícia falsa” ao vocabulário esquerdista da grande mídia. Ela prenuncia, nada mais, nada menos, a mais vasta e temível operação de controle ditatorial da opinião pública que já se viu neste mundo.”

Leia mais no Mídia Sem Máscara: Notícias Falsas, artigo de Olavo de Carvalho.

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Brasil na rabeira da educaçao

Mais uma vez, o Brasil se posicionou na lanterna da avaliação internacional PISA (Programme for International Student Assessment).

Em um ranking de 70 países, ficamos com as posições 63 (Ciências), 59 (Leitura) e 66 (Matemática). Ano após ano, o Brasil só dá vexame.

Há duas soluções para este problema. No nível político, acabar com o MEC. No nível individual, adotar o homeschooling.

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Avenida Paulista, 4 de dezembro de 2016

Hoje, por volta das 14h30, cheguei na manifestação da avenida Paulista. Fui pela rua Augusta e logo procurei o grupo pró-vida que convocara o povo para se concentrar no fim da avenida, na esquina com a Consolação. Como não vi ninguém, fui andando em direção ao MASP. O primeiro carro de som que encontrei era de um grupo intervencionista. Ao todo, entre o MASP e a Gazeta, contei seis carros de som, dentre os quais o do MBL, o do Vem Pra Rua e o do Na Rua. Vi também um grupo de fiscais da Receita Federal que se manifestava no meio da avenida, sem carro. Perto da FIESP, um pequeno grupo, na calçada, discursava contra o aborto.

Segundo o MBL, 200 mil pessoas participaram do evento. A PM, inacreditavelmente, disse que foram 15 mil. Tão brincando? Até os ambulantes – que se fartaram de vender água e cerveja, espetinho e pipoca, milho e pamonha, bandeiras e lulecos – ririam dessa estatística. Antes de saber desses números, com a experiência de quem acompanha esse tipo de manifestação desde 2014, eu estimei a multidão em algumas centenas de milhares de pessoas. O contingente da PM era, evidentemente, bem menor do que o das recentes manifestações que reuniram milhões de pessoas. Contei um helicóptero da PM e dois de emissoras de tv. Não acompanhei a cobertura da mídia de massa, mas me disseram que foi pífia, como era de se esperar. A exemplo dos políticos, também os jornalistas estão morrendo de medo porque ninguém mais acredita na lorota deles.

Por volta das 15h20, eu estava perto da avenida Brigadeiro Luiz Antônio quando um grande barulho chamou a minha atenção. Era uma carreata (?) com centenas de motos de aficionados das marcas Harley-Davidson, BMW, Suzuki, Kawazaki, Honda, Yamaha e outras inidentificáveis para mim. Traziam bandeiras, barulho e beleza numa tarde de calor e brisa.

Tudo concorria para manter a paz e a ordem. O comércio funcionava normalmente. A multidão, num misto de indignação e consciência de estar fazendo alguma coisa pelo país, se manifestava a favor de Sérgio Moro e da Lava Jato, e contra a corrupção, contra o STF, contra os políticos de uma forma geral e contra o aborto. Vi muita gente pedindo a intervenção militar. O povo, realmente, já está de saco cheio e não acredita mais nos políticos. Também pudera, onde a polícia põe a mão, salta um monte de bandido!

Após a partida das motocicletas, finalmente me deparei com o grupo pró-vida caminhando com faixas e bexigas brancas e gritando palavras de ordem. Peguei uma bexiga e caminhei alguns quarteirões com o grupo.

Além dos manifestantes – como de costume, gente de todas as idades, muitas famílias inteiras – os paulistanos que costumam passear na avenida aos domingos engrossaram a multidão. Se entre eles havia algum esquerdista, ficou bem quietinho.

Esquerdista pode ser louco, mas burro não é.

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Amanhã eu vou

Amanhã eu vou à manifestação na avenida Paulista.

Vou me juntar a milhões de pessoas decentes cansadas de serem tratadas como palhaços.

Amanhã vamos mostrar aos canalhas que restaram na administração pública quem é que manda neste país. Vamos mostrar aos deputados e senadores bandidos que a hora deles está chegando. Já tiramos Vovó Dilma, a Usurpadora – usurpou o primeiro mandato por meio de crime eleitoral quando apreendeu os folhetos contra o aborto do meu saudoso amigo Dom Luiz Gonzaga Bergonzini e usurpou o segundo mandato por meio da apuração secreta das eleições. Já varremos o PT do mapa sem dó nem piedade e agora precisamos acabar o serviço. Fora PT já saiu de moda; o grito agora é Fora Foro.

Fora Foro de São Paulo, vá para o quinto dos infernos junto com el barba que te criou, vá fazer companhia ao cripto-capitalista de 900 milhões de dólares da Forbes (em 2006!) que, por ironia, morreu na Black Friday e hoje jaz num objeto que sempre lhe deu coceira – uma urna.

Fora Foro, e leve junto a indústria de sequestros engrendrada pelo MIR e levada a cabo pelo PCC. Aproveite e leve embora o tráfico de drogas dos irmãos Castro que criou uma geração de brasileiros zumbis.

Amanhã é dia de varrer das redações da mídia de massa todos os mentirosos jornalistas comunistas (passe o pleonasmo) e dar uma sacudida nos seus idiotas colegas úteis para ver se acordam.

Idiota útil é o que não falta. Abundam nas redações, nas salas de aula e em toda a sociedade; caíram no canto da sereia comunista e amanhã é dia de mostrar a eles os verdadeiros valores constituintes de um povo – a religiosidade, o patriotismo e a caridade em oposição ao ódio, à burocracia e à mentira.

Vamos às ruas amanhã lutar contra um STF que exorbita dos seus poderes, vamos lutar contra o aborto, vamos mostrar que a vida quem dá é Deus, vamos dar voz aos não nascidos, vamos proteger as mães para que, no futuro, não se arrependam de terem matado o filho na barriga. Deus nos manda cuidar dos indefesos e dos inocentes.

Amanhã vamos travar uma luta de vida ou morte contra o chefe dos comunas – o capeta em pessoa, cujo único objetivo é a danação dos homens. Amanhã vamos às ruas por nossas famílias, por Cristo e por Nossa Senhora das Sete Alegrias, mãe de Guararapes e fundadora do Brasil. Amanhã vai ser um dia de festa.

Amanhã eu vou lá!

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O cinismo francês

Deu no Crítica Nacional: A desumanidade de abortistas da França contra portadores de Síndrome de Down.

A justiça francesa proibiu a veiculação de um vídeo mostrando que portadores da Síndrome de Down podem ter uma vida normal e feliz sob o argumento de que ele pode causar danos (ui!) à consciência das mulheres que abortaram.

A França de Martinho e Joana já se foi.

Agora, os franceses estão com faniquitos… coitadinhas das mulheres que mataram os filhos… podem ficar constrangidas… ui!

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O Filho do Homem, o tsunâmi e o ladrão

No Evangelho de hoje, Nosso Senhor Jesus Cristo nos avisa que o Filho do Homem pode vir a qualquer instante e por isso devemos estar preparados porque Ele virá com a força de um tsunâmi e nos surpreenderá como nos surpreende um ladrão.

Tsunâmi, dilúvio “arrastando a todos”, ladrão “arrombando casa”… estranhas palavras para um Deus de amor, para um Deus que é Pai, que nos manda amar até mesmo os inimigos. Como uma pessoa tão bondosa como Jesus usou palavras tão duras?

Uma passagem do filme Antes de Partir (The Bucket List) talvez nos ajude a compreender o ensinamento de Cristo.

Carter (Morgan Freeman) é um mecânico que recebe um telefonema do hospital onde estivera fazendo exames médicos. Más notícias: está com uma doença mortal. À medida que a cena se desenrola e o médico dá explicações, a câmera vai focando em Carter cuja expressão vai ficando cada vez mais sombria enquanto a sua voz, em off, vai explicando:

– Fizeram uma pesquisa uma vez perguntando se as pessoas gostariam de saber quando iriam morrer. 96% das pessoas respondeu que não. Eu sempre fiquei do lado dos 4% restantes porque saber o dia exato da morte sempre me pareceu uma coisa boa.

E, ao desligar, o telefone, conclui:

– Acontece que não é!

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Já vai tarde!

A morte de Fidel Castro gerou uma intensa onda de alegria na comunidade cubana nos EUA e repercutiu enormemente no Brasil, onde os anti-comunistas inundaram as mídias sociais com mensagens de gozação. Uma dizia: Lutou a vida inteira contra o capitalismo pra morrer na Black Friday; inúmeras outras faziam referência ao inferno, ao capeta e aos hóspedes dele – Marx, Lênin, Stálin, Mao Tse-Tung…; outras, ainda, preferiam os gentis tratamentos de assassino, genocida, psicopata, sociopata, ladrão, traficante e outros impublicáveis.

É compreensível essa reação por parte do povo, mas não podemos nos esquecer que o comunismo é mentiroso e desinformante por natureza. Fidel era o garoto-propaganda da revolução mas quem mandava mesmo – e continua mandando – é Raul Castro. Veja o que escreveu Ion Mihai Pacepa em 2006:

Em abril de 1971 eu visitei Cuba como membro de uma delegação do governo romeno para a celebração de dez anos pela vitória de Fidel Castro na Baía dos Porcos. Alguns dias depois da cerimônia, Raul Castro me convidou para ir pescar no mar em seu barco, junto com Sergio del Valle. (…) Lá, no barco, ficou claro para mim – mais claro do que nunca – que era Raul, não Fidel, quem empunhava as rédeas da diligência da revolução cubana.

Em 1972 eu preparei uma visita oficial de Ceausescu a Havana, e, durante ela, também fui o seu braço direito. Fidel era o testa de ferro, Raul o ajudante geral. A primeira dama cubana não era a esposa de Fidel, mas a de Raul. Elena Ceausescu empinou o nariz para ela, mas, no momento certo, as duas primeiras damas se entenderam esplendidamente. Tanto Elena quanto Vilma Espin Guilloys haviam abandonado os estudos, ambas fingiam ser químicas, ambas haviam obtido títulos de doutorado falsos, ambas eram do partido comunista antes dele ter chegado ao poder em seus países, ambas se tornaram membros do Conselho de Estado e ambas eram presidentes das organizações de Federação de Mulheres em seus países.

Durante a visita, os irmãos Castro e Ceausescu lançaram as bases para um negócio de drogas conjunto. Queriam afundar o mundo com drogas. “As drogas podem causar mais danos ao imperialismo do que armas nucleares”, pontificou Fidel. “As drogas erodirão o capitalismo por dentro”, concordou Raul. Jamais ouvi a palavra “dinheiro” ser pronunciada, mas eu já estava administrando o dinheiro que a Romênia estava fazendo com o seu próprio tráfico de drogas. Ia tudo para a conta bancária pessoal de Ceausescu. Em 1978, quando deixei a Romênia para sempre, aquela conta, chamada de AT-78, tinha um saldo de cerca de 400 milhões de dólares – a despeito dos desfalques substanciais feitos por Elena para comprar peles e jóias.

Em 2005, Fidel ficou furioso quando a Forbes Magazine estimou a sua fortuna em 500 milhões de dólares. Neste ano, a revista atualizou o valor para 900 milhões. Em vista da penúria cubana, esta quantia é certamente mais do que o suficiente para Raul subornar os seus camaradas políticos e comprar todos os novos aliados de que precisar.

Em 1973 eu tirei “férias de trabalho” em Havana. Raul me levou para conhecer uma instalação gigantesca, dedicada ao fabrico de maletas com fundo falso e outros dispositivos para o transporte secreto de armas e explosivos para fins terroristas. Na época, o DGI de Raul Castro estava trabalhando em tempo integral para expandir a influência política de Cuba pela América do Sul e pelo Terceiro Mundo. Particularmente, lutavam para consolidar o poder dos sandinistas na Nicarágua, para fomentar uma guerra sangrenta em El Salvador e para ajudar a MPLA (Movimento pela Libertação de Angola), movimento financiado por Cuba e União Soviética, com o objetivo de aumentar o poder deles em Angola. O DGI de Raul Castro e as suas forças armadas também tinham conselheiros e instrutores nas bases da Organização para a Libertação da Palestina e haviam estabelecido estreita colaboração com a Líbia, Iêmen do Sul e com a Frente Polisário para a Libertação do Saara Ocidental. Em meados dos anos 1970, o DIE – o meu departamento – operava juntamente com o DGI de Raul Castro para apoiar as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC), uma organização insurgente marxista anti-americana cuja missão era espalhar o comunismo pela América do Sul.

Em dezembro de 1974, Raul foi a Bucareste pedir apoio político e de inteligência para o seu novo DNL (National Liberation Directorate), grupo de inteligência/partido, cujo objetivo era  coordenar a guerrilha cubana e os campos de treinamento de terrorismo e fomentar o surgimento de movimentos de libertação nacionais e de governos anti-americanos como os da Nicarágua e Granada. Conseguiu ambos.

É claro que eu não tenho mais acesso a informações internas sobre a exportação do terrorismo e da revolução de Raul Castro, mas vi, em 2001, as suas FARC se responsabilizarem por 197 assassinatos na Colômbia. Em 11 de abril de 2002, as mesmas FARC sequestraram 13 legisladores colombianos de um edifício governamental em Cali e mantiveram a candidata a presidente Ingrid Betancourt em cativeiro. Em 13 de fevereiro de 2003, as FARC abateram um jato da CIA transportando equipamento eletrônico de inteligência no sul da Colômbia, fazendo reféns três oficiais da CIA. Agora, as FARC de Raul Castro estão procurando derrubar o governo pró-americano do presidente colombiano Álvaro Uribe, cujo pai foi assassinado pelas FARC em 1983. Também percebi que o presidente comunista da Venezuela, Hugo Chavez, adorador dos irmãos Castro, ameaçou parar de exportar petróleo para os EUA e pretende iniciar uma guerra convencional contra a sua vizinha Colômbia, a maior aliada dos EUA na região.

Ninguém, em Cuba e fora dela, sabe examente qual o estado de saúde – física ou política – de Fidel. Por lá talvez esteja acontecendo algo que Raul Castro aprendeu com os seus mestres da KGB. Leonid Brezhnev morreu no dia 10 de novembro de 1982, mas o chefe da KGB, Yury Andropov, conseguiu manter a morte oculta da população durante alguns dias e assim ganhou tempo para manobrar e se instalar no assento do condutor. Uma vez empossado no Kremlin, o cínico Andropov apressou-se em exibir uma imagem para o Ocidente de comunista “moderado”, um homem sensível, cordial, voltado para o Ocidente, apreciador de um drinque de scotch de vez em quando, leitor de romances ingleses e ouvinte de jazz americano e da música de Beethoven. Ele não era nada disso.

Raul também pode tentar se apresentar como um afetuoso anjo de paz. Mas a era de segredo de Andropov já se foi. Rezo para que as pessoas que conhecem Raul Castro tão bem como eu conhecia Ceausescu, venham a público despir o ditador cubano, permitindo ao mundo vê-lo nu, como verdadeiramente é: um assassino e terrorista internacional que fez fortuna com a venda ilegal de armas, drogas e seres humanos.

Por isso, a luta cubana continua, como continua a luta contra o comunismo em todo o mundo. Putin, na Rússia, está mais forte do que nunca; a China será o maior inimigo de Trump; aqui, PT e Foro de São Paulo sofreram duras derrotas mas a mentalidade comunista ainda persiste, logicamente, e vai demorar pelo menos uma geração para ser derrotada.

Ao contrário do que pensam as pessoas cuja fonte de informação é a mídia de massa – ela própria parte do movimento revolucionário -, o comunismo não morreu com o fim da União Soviética; ao contrário, se metamorfoseou para se fortalecer. Na verdade, ele é anterior à URSS. É um sistema de idéias e não um sistema econômico; por isso, é um erro contrapô-lo ao capitalismo, este sim um sistema econômico. O capitalismo sempre existiu nos regimes comunistas – existe hoje na Coréia do Norte e o próprio Fidel era um capitalista, dono de uma fortuna digna do ranking da Forbes.

O comunismo nasceu em oposição aos ensinamentos do Cristianismo; “seja o seu sim, sim; não, não” disse Cristo. E, sobre as bases do pensamento cristão, foi edificada a civilização ocidental. O comunismo chegou para arrebentar tudo isso. Marx, o ‘fundador’ do comunismo, escreveu que não existe essa coisa de verdade. É muito engraçado esse raciocínio circular: “Nâo existe a verdade!”. Não? E esta frase, é verdadeira? Se não existe a verdade, eu não consigo nem mesmo dizê-lo. Não por acaso todos os marxistas piram.

O comunismo é mentiroso, como Fidel era mentiroso. Aliás, algumas pessoas chegam a afirmar que ele sequer era cubano – dizem que era brasileiro…

Era só o que faltava!

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