Tabagismo, alcoolismo e cinismo

O anti-tabagismo é um experimento social levado a cabo pelos globalistas para entorpecer a mente do povo – depois que você aceita essa mentira, vai aceitar qualquer coisa – e substituir um vício (o cigarro) por outro (a maconha) – a maior prova disso é que o mesmo grupo que ataca o tabagismo defende a liberação de drogas.

Os mesmos alegres jornalistas da mídia de massa pagos a peso de ouro para falar mal do cigarro fazem vista grossa para as propagandas de cerveja levadas ao ar em horário nobre na tv. Há muito, os fabricantes de bebida já sacaram que o negócio é viciar os jovens; é garantia de clientes para o resto da vida. Pena que esse resto muitas vezes seja encurtado pelos acidentes de trânsito ou que essa vida seja inutilizada pela indolência.

Uma coisa, porém, é certa: pior do que o tabagismo ou o alcoolismo é o cinismo dos jornalistas e políticos que jogam a nossa juventude nos braços da bebida e da droga.

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Sobre os acontecimentos internacionais

O gordinho norte-coreano – o único gordo da nação – ameaça os EUA e os seus parceiros Coréia do Sul e Japão. A Coréia do Norte, fechada, pobre e faminta, não tem, evidentemente, condições de desafiar ninguém. Tudo o que ela tem vem da China, de quem é ponta-de-lança na velha estratégia comunista de acelerador e breque; o acelerador é a Coréia do Norte, o breque é a China; antes, esses papéis eram desempenhados por União Soviética e Cuba. Os chineses fazem de conta que não têm nada a ver com o peixe e entram no cenário internacional – que, realmente, não passa de encenação – com o discurso de quem quer a paz, deixa disso, todos temos que colaborar para resolver, enquanto cuida muito bem dos seus interesses ameaçados por Trump. Ai, ai, que saudades do Obama, lamentam os chinas.

Na Rússia, Putin condenou os embargos aos colegas comunas da Coréia do Norte. Nisso ele está certo; Ion Mihai Pacepa afirmou que embargo econômico não adianta nada. Haja visto Cuba.

Na Colômbia, tudo nos conformes. As FARC deixaram as armas de fogo e pegaram em armas muito piores: a política. No dia seguinte à assinatura do tratado de paz, o ELN – Exército de Libertação Nacional – num jogo de cena, disse: Ôpa! Eu também quero. No dia seguinte, Francisco – com enorme ingenuidade ou malícia? – aterrisou para ratificar o acordo de serpentes coordenado por Raul Castro falando em “reconciliação” e perdão. Reconciliação? Perdão? Not so fast, Louis! Que tal, antes, julgar e condenar os comunistas que dizimaram a população inocente da Colômbia e espalharam drogas por toda a América Latrina e, a partir dela, pelos EUA e pela Europa?

Fora, Foro!

E, por falar em Foro, as coisas por aqui se complicaram para o PT, braço do Foro de São Paulo no Brasil. Palocci entregou Lula; Joesley Batista se embananou e, na conversa de bêbado, incriminou o MPF, o STF e o PT; deu pressa no Janot que, em menos de 24 horas, denunciou Lula duas vezes. Geddel, ex-homem forte de Lula e Dilma, foi pego com a bagatela de 51 milhões de reais na carteira. Sobre o Zé Dirceu, o cérebro, ninguém fala nada. A última notícia a respeito dele foi a sua ida à festa junina da escola da filha; alegremente, livre e solto, deve ter pulado fogueira, soltado buscapé, tomado quentão e dançado quadrilha. Como diria Joesley: quanta traquinagem!

Do quinto dos infernos, o demônio, chefe dos comunas, vai puxando os barbantes de suas marionetes chinesas, norte-coreanas, colombianas, vaticanas e brasileiras.

Mas Maria, mãe de Deus e nossa mãe, vela.

Dia 13 de setembro, centésimo aniversário da aparição de Fátima, se aproxima. Aguardemos para ver se conseguimos entender o que está acontecendo nesse mundo em que todos os acontecimentos têm relação entre si e em que Maria e lúcifer travam a guerra pelas almas dos homens.

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O Banheiro Unissex da PUC

A PUC-SP inaugurou dias atrás um banheiro unissex. Não consegui descobrir nenhum comentário a respeito do assunto por parte das autoridades católicas que mandam – ou deveriam mandar – naquela universidade.

Assim está a Igreja no Brasil de hoje, fruto de décadas da teologia da libertação e de libertação da teologia. Um país sem religião, sem Deus, sem moral, sem ética, sem vergonha, sem nada.

E ainda tem gente preocupada com crise econômica.

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O homem que ejaculou na av Paulista e o Judiciário brasileiro

O episódio do homem que se masturbou e ejaculou em uma passageira em um ônibus na avenida Paulista em plena luz do dia mostra a que ponto chegou a decadência da sociedade brasileira.

Em primeiro lugar, o acontecimento revela o desfribramento moral dos homens brasileiros que permite que qualquer um tenha a coragem de fazer o que bem entender sem medo da reação masculina – melhor dizendo, na certeza da falta da reação masculina. A sociedade brasileira é uma sociedade emasculada, onde qualquer marginal se sente à vontade para fazer o que bem entender sem que nada aconteça com ele.

Em segundo lugar, que um juiz solte alguém com tantos antecedentes sem solicitar uma avaliação psiquiátrica que poderia deter ou medicar o réu é coisa que ninguém entende.

Em terceiro lugar, muita gente pediu mais rigor da lei. Infelizmente, no Brasil, a simples aplicação da lei é de eficácia duvidosa. Basta analisar como funciona – ou melhor, como não funciona – a lei que pune o mais grave dos crimes, o homicídio. O nosso país hoje tem cerca de 60 mil homicídios por ano – uma morte a cada 9 minutos -, taxa que torna impossível não a punição mas sequer o inquérito policial. Os poucos culpados que são condenados recebem inúmeros benefícios como, por exemplo, a saída temporária – filhos que mataram os pais são soltos no Dia dos Pais e madastras que mataram a enteada são soltas no Dia das Crianças. Além disso, pedir mais rigor da lei significa pedir ajuda ao Estado. Mas o fortalecimento do Estado é um dos grandes problemas do mundo atual. É como pedir ajuda ao bandido.

Em quarto lugar, o incidente, como um todo, se enquadra na velha e clássica estratégia leninista de “promover o crime e denunciá-lo”. No caso, o crime é a criação de pessoas sexualmente desequilibradas por meio da revolução sexual promovida por eles mesmos – os comunas – e a denúncia é acusar a vítima – a sociedade machista branca patriarcal capitalista e opressora – pelo crime promovido por eles mesmos, os comunistas. A mídia de massa, o sistema educacional e a indústria do entretenimento são os grandes promotores da revolução sexual, esse monstrengo cujo objetivo oculto é escravizar a sociedade (não deixe de ler Libido Dominandi: Sexual Liberation & Political Control, livro de E. Michael Jones). A maior prova disso é que a Europa, que nos anos 1960 queimava sutiãs e inventava o top less, hoje clama pela burca. Cai quem quer. Diga-se de passagem, o episódio – um crime cometido por um homem que foi solto por um juiz homem – caiu como uma luva para o movimento feminista – conforme previsto pela estratégia leninista.

E, por fim, o que mais chocou a sociedade foi a sentença em que o juiz liberou o acusado dizendo que não houve “constrangimento” à vítima. Acontece que constrangimento em jurisdiquês é uma coisa e na linguagem do dia a dia é outra – o que nos leva a considerar o distanciamento entre o Direito e a realidade do povo. O meio jurídico se transformou numa casta de especialistas totalmente descolada do resto da sociedade. O fato de que o povo não entenda nada dos termos jurídicos mostra que o Direito é incompreensível ao povo e, por isso, ele está desprotegido. Outras áreas especializadas – engenharia e medicina, por exemplo – também têm a sua terminologia própria mas de pouco ou nenhum impacto na sociedade – a pessoa comum não quer nem saber se a peça é feita de aço cromo-molibdênio ou alumínio extrudado, mas apenas o benefício que ela traz -, ao passo que, no Direito, uma simples palavra como “constrangimento” pode significar a diferença entre a liberdade ou a prisão.

Sob esse ponto de vista, vale a pena analisar o Judiciário dos Estados Unidos, bem diferente do nosso. Lá, advogados – promotores e juízes – não têm o poder absoluto que têm aqui. Quando um promotor quer denunciar alguém, deve, antes, oferecer a denúncia ao Grand Jury, um júri formado por cidadãos comuns que vai dizer sim ou não ao promotor. É o povo no comando; os americanos entenderam, desde o começo da formação da nação, que ninguém pode ter poder demais. Trata-se de algo básico na psicologia humana. Se a denúncia prosseguir e o réu for a julgamento, quem decide se ele é culpado ou não (guilty or not guilty) é outro júri, também composto por pessoas do povo; ao juiz cabe somente definir a pena.

Não se trata de copiar ou louvar os americanos; eles, como nós, têm qualidades e defeitos. Trata-se simplesmente de aprender com o que deu certo. Se é verdade que as diferenças culturais entre nós e os americanos – e, de uma forma geral, entre todos os povos – são grandes, também é verdade que as semelhanças são muito maiores.

O Brasil tem muitos desafios. Mudar o sistema judiciário é certamente uma das nossas principais tarefas. Só há um jeito de aprendermos a fazer algo: fazendo. Se nos negarmos a enxergar o óbvio, estaremos condenados a enxugar gelo até o fim do mundo e continuaremos, feito doidos, a fazer a coisa errada esperando que dê certo. Ou, como se dizia antigamente: não adianta estudar Direito e depois fazer a coisa errada.

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O tweet recordista de Obama – Fake News?

Dias atrás, escrevi neste blog:

O tweet de Barack HUSSEIN Obama sobre o incidente de Charlottesville bateu o recorde de curtidas.

Fica a pergunta: terá o Twitter engrossado a fila dos manipuladores de big data – como o foicebook e o google – ou o povo simplesmente se idiotizou por completo?

Nem uma coisa nem outra. Leiam o que Brian Krebs escreveu no artigo Twitter Bots Use Likes, RTs for Intimidation.

Eis o último parágrafo da matéria:

Finally, I’ve noticed that most of them appear to be artificially boosting the popularity of a broad variety of businesses and entertainers around the globe, often using tweets from multiple languages. When these bots are not intimidating or otherwise harassing reporters and researchers, they appear to be part of a business that can be hired to do promotional tweets.

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Pacto de Metz

Agosto – mês de desgosto, se dizia antigamente. Para a Igreja, agosto de 1962 foi, realmente, o mais desgostoso dos meses. Recordar é viver, é hora de reler O Pacto de Metz, post publicado no meu falecido blog Sete Alegrias.

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Já antes do falecimento do ferrenho anticomunista Pio XII, ocorrido em 1958, Khrushchev procurava o apoio da Europa Ocidental e da Igreja por meio da sua política de “coexistência pacífica”, pois estava preocupado com o avanço da agressiva China vermelha. A sua intenção era dominar as Américas e precisava enfraquecer o duro discurso de Pio XII substituindo-o pelo famoso diálogo entre cristãos e marxistas.

Assim, enviados secretos soviéticos, a partir de 1957, mantiveram contatos cordiais com Siri, cardeal de Gênova, para verificar a possibilidade de estabelecer relações com a Santa Sé. Siri nada tentou com Pio XII, pois sabia ser inútil. Mas, em 1962, recomendou a João XXIII aceitar a boa vontade dos comunistas.

Por outro lado, João XXIII queria que todas as igrejas cristãs participassem do Concílio Vaticano II, cujo início se daria em outubro de 1962. Os titulares do Patriarcado de Moscou, sinceramente religiosos mas politicamente dependentes do Kremlin, haviam se dedicado, desde a eleição de João XXIII, a insultá-lo. Eles advertiam os demais patriarcas separados de Roma para não caírem no “canto de sereia” do Vaticano.  Por isso, causou surpresa quando, às vésperas do Concílio, altos representantes do Patriarcado de Moscou anunciaram a participação no evento.

Moscou havia feito um pacto com emissários do Vaticano.

O pacto – firmado em agosto de 1962, na cidade francesa de Metz, entre um representante da Santa Sé e um enviado do Patriarca Ortodoxo de Moscou – estabelecia que o Patriarcado participaria do Concílio enviando observadores e que a Santa Sé não formularia nenhuma condenação formal contra o comunismo. O acordo foi assinado pelo cardeal francês Tisserant, encarregado do Papa João XXIII, e pelo metropolita russo Nikodim.

Após a veemente condenação de Pio XII, que atribuíra o comunismo soviético à obra do demônio, o silêncio equivalia a uma tolerância. Nas atas do Concílio, aparecem as palavras capitalismo, totalitarismo, colonialismo mas não há nenhuma referência ao comunismo.

O pacto de Metz foi de suma importância para a estratégia soviética de ataque às Américas, feito a partir de Cuba, já então nas mãos de Fidel Castro. Hoje, sofremos na pele as consequências políticas e religiosas deste acordo. Foi uma grande vitória de Khrushchev sobre o ingênuo e bem-intencionado João XXIII, que, neste episódio, atuou com enorme cegueira histórica e estratégica. O papado de Paulo VI, iniciado ainda durante o Concílio, foi constrangido e marcado por esta nefasta aliança.

O pacto de Metz é uma das páginas mais negras da história da Igreja. Não ocorreu por acaso; Maria avisou em Fátima: “Cuidado com a Rússia”. Quem quiser estudá-lo não deve deixar de ler o livro Las Puertas del Infierno, de Ricardo de la Cierva.

Este triste acontecimento não pode ser esquecido pois os filhotes de Metz ainda estão por aí, barbarizando, e é nossa obrigação combatê-los. Além disso, como dizia o ensaísta americano George Santayana, quem não consegue se lembrar do passado está condenado a repetí-lo.

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