Se tem alguma coisa de positivo nessa situação causada pelo vírus chinês, é a quantidade de máscaras que estão caindo. A máscara de Sérgio Moro caiu ontem de maneira esquisitíssima e levantou algumas questões inexplicáveis.

1) A discussão em torno de um nome de um subordinado é tão importante assim para causar a demissão de um ministro?

2) Moro precisava sair de maneira tão danada, feito moleque, pedindo demissão ao vivo sem conversar antes com Bolsonaro?

3) O ministro precisava vazar uma conversa particular com o presidente? Isso não se faz, atenta contra a segurança nacional. Pior ainda, precisava vazar uma conversa com uma deputada? Ora, bater no chefe ainda dá pra entender, mas bater em criança…

4) E, finalmente, por que sair exatamente nesse momento, quando o país passa por uma pandemia na saúde e por um pandemônio na política? Não tinha ocasião pior?

Tudo muito esquisito; tô achando que tem caroço nesse angú.

Com esse comportamento desagregador, o esquisitão se posicionou ao lado de gigantescos anões morais do porte de Dória, Maia e Odílio, todos desmascarados pelo vírus chinês.

Aliás, não se podia esperar outra coisa de líderes saídos de um povo globotomizado que, lenta e inexoravelmente, vai virando as costas a Deus e que ao primeiro sinal de perigo larga a cruz e corre apavorado em busca de papel higiênico.

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