Os portugas chegaram aqui em 1500, trouxeram a cruz e constituíram a nação brasileira. Antes deles, não se podia falar propriamente em Brasil.

De lá para cá, viemos, como diz a música:

Venho pros caminhos, venho trupicando; chifrando os barranco, venho cambeteando…

Os mais velhos de nós trupicamos em Getúlio Vargas; outros, no Regime Militar; outros, no que, por falta de nome pior, se chama Nova República. Para piorar, no meio dessa confusão, ainda metemos o chifre no Concílio Vaticano II, regido sob o maldito Pacto de Metz.

Vínhamos cambeteando e, às explicações que nos eram oferecidas, sentíamos que, sim, eram verdade, mas não verdade completa – meia verdade… ou meia mentira.

Até que, com o surgimento da internet, descobrimos um showman inusitado – um filósofo, escritor, jornalista e professor – que, com sinceridade na voz e falando a língua do povo, derrubava todas as mentiras de pensamento anti-cristão acumuladas por décadas. Olavo soube, como ninguém, usar os meios tecnológicos que surgiam e assim fazer aflorar o pensamento cristão existente na quase totalidade dos brasileiros. Esse misto de Alborghetti e Sócrates enfrentou, sozinho, munido apenas de sua força moral, toda a Intelligentsia comunista a soldo dos globalistas.

Para usar uma expressão do padre Paulo Ricardo, podemos dizer que o pensamento brasileiro tem duas fases: antes de Olavo e depois dele.

Agora, entramos na fase pós-Olavo. A batalha é dura e mal começou.

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