O Cristianismo agoniza. O lockdown do vírus chinês, neste ano, atacou em cheio as duas principais festas cristãs – Páscoa e Natal. Pior ainda, quando começou o lockdown, os padres correram a fechar as igrejas.

Lembrou Paulo VI: “Por alguma fresta, a fumaça de satanás penetrou na Igreja”.

Ontem, na porta de uma igreja, um segurança, obediente à estratégia sino-globalista de imposição de controles sociais, media a temperatura dos fiéis com um termômetro de corno. (Ora, que um magazine ou um restaurante se preste à pantomima de um procedimento inútil e mentiroso, ainda vá. Mas um padre instituir essa palhaçada num templo? Sim, nos faz lembrar Paulo VI.) Uma família aproximou-se com um bebezinho de semanas dormindo placidamente no carrinho. Medida a temperatura dos adultos, foi a vez da criança. Isso mesmo, pasme! Conforme mexeram na roupa, o menininho – decerto um mini-olavete – acordou e esperneou. De nada adiantaram os protestos da criança; o segurança, irredutível, não se deixou abater pelas lágrimas de uma criancinha e – puxa roupa, segura braço, vai na marra!, no melhor estilo nazista – cumpriu a nobre tarefa de medir a temperatura da criança e assim assegurou a saúde universal na luta contra o coronga.

Ontem, na porta de uma igreja, eu vi o Menino Jesus chorar.

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