“(…) no começo do século, um grande técnico e industrial alemão, o engenheiro Daimler, decidiu-se por produzir automóveis que, tanto na qualidade como no desempenho, fossem os melhores possíveis existentes na Europa.

“Antes ainda de construir o automóvel, tinha de encontrar um nome. Daimler, católico, escolheu o nome de sua filha à qual, embora fosse alemão, havia dado um nome daqueles que as espanholas tiram dentre os títulos com que Nossa Senhora é invocada. Nesse caso, Mercedes, Nuestra Señora de las Mercedes, Nossa Senhora das Graças. Uma marca que, como é conhecido, alcançou tanta fama que até os papas, inclusive os atuais, tradicionalmente usam os automóveis que trazem o nome da filha do engenheiro alemão.

“Um fato simples, é certo. Mas talvez não inútil para confirmar uma presença mariana, muitas vezes inexplicável. Sejamos sinceros: quantos de nós se lembram de Maria, vendo passar uma Mercedes?”

Vittorio Messori – Hipóteses sobre Maria – Fatos, indícios, enigmas. Editora Santuário.

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