Muita gente estranha – com razão – a vista grossa que o povo português fez para a escravidão durante a colonização do Brasil. Como os portugueses católicos puderam comerciar os irmãos africanos?

Muita gente se admira com o comportamento do alemão médio durante o nazismo. Como pessoas comuns, pessoas do bem, puderam se comportar de forma tão infame durante o reinado de Hitler?

Entretanto, muita gente que estranha a escravidão faz vista grossa para o regime de trabalho forçado imposto pelo Partido Comunista Chinês ao  povo chinês e compra alegremente todas as bugigangas daquele país e acha muito normal privilegiar a venda de soja sobre os direitos humanos.

As mesmas pessoas que se enojam com a engenharia social promovida pelo regime nazista hoje aplaudem e participam da maior operação de engenharia social de todos os tempos perpetrada pelos globalistas e levadas a cabo, no Brasil, por prefeitos e governadores mediante as suas guardas pretorianas.

Digo e afirmo aos meus três leitores: estamos vendo, na nossa cara, a que baixeza o ser humano pode chegar quando se deixa levar pelo grupo.

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