O CODIV-19 serviu como estopim para as redes sociais explodirem. Saúde, economia, política e a própria internet dominam as conversas e discussões – até o WhatsApp pediu água, limitando o envio de mensagens a apenas um contato. De repente, um nano vírus fez o nosso imenso planeta parecer pequeno. Se olharmos o vírus chinês como vetor de uma guerra civilizacional – China comunista contra Ocidente cristão -, a ausência do tema religioso em meio a tamanha balbúrdia grita pelo seu silêncio. A guerra em curso é, acima de tudo, uma guerra religiosa.

Não sei se o vírus foi espalhado de propósito – parece que não – mas isso não importa. O que importa é que o gatilho da crise foi o vírus. Podia ter sido qualquer outra coisa, mas foi o vírus. Para os comunas – hegelianos – tudo concorre para o mal.

As cartas estão na mesa. O Ocidente criou o monstro chinês comunista e o pai dele, a Rússia. Mundo afora, o comunismo vai se infiltrando como um vírus, seja em países ostensivamente comunistas seja em democracias. No Ocidente, a reação conservadora se faz notar principalmente nos EUA e no Brasil, alvos preferenciais do ataque chinês. Há, entretanto, uma falha nessa reação. Ela acontece no campo político e cultural, mas não no campo religioso, que é a base de tudo.

Hoje é dia de São José Operário e não há muito o que dizer sobre o trabalho. Metade das pessoas pensa no ganha-pão perdido e a outra metade pensa no ganha-pão que pode perder. Em meio a tudo isso, os homens e as mulheres da Igreja – herdeiros e herdeiras de Estevão, Inês e de valentes que preferiam enfrentar leões no Coliseu a negarem a sua fé – esses covardes de hoje têm medo de pequenos neros e confiam não na palavra de Cristo mas na palavra da OMS.

São José Operário, orai por nós que retrocedemos ao paganismo…

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