Em primeiro lugar, mantenha a calma. Essa é a regra número 1 em qualquer situação emergencial. Na vida, sempre temos algum problema; quando nos desesperamos, temos dois problemas.

Olhe à sua volta. Todos sempre podemos, de uma forma ou de outra, ajudar o próximo. Talvez com dinheiro, talvez com tempo.

Informe-se sobre o vírus pelos canais oficiais do governo federal. Trate com cuidado as informações das autoridades municipais ou governamentais – muitos governadores e prefeitos estão amotinados contra Bolsonaro buscando apenas um lucro político. Observe que Bolsonaro é o único que está falando sobre a economia informal; apenas ele está preocupado com os mais desfavorecidos. Também não acredite na mídia de massa, pois ela faz parte do problema. Os jornalistas da extrema imprensa esperaram acabar o carnaval para pedir isolamento sendo que o vírus chinês já estava comendo solto ao redor do mundo; muito pelo contrário, incentivaram todo tipo de conduta de risco durante o carnaval. A partir da 4a feira de Cinzas, só falaram no vírus chinês e isso deixou o povo apavorado.

Reze. Esse episódio é um ataque brutal contra a civilização ocidental. Os comunas e seus ajudantes de caminho – globalistas e muçulmanos – querem o extermínio dos cristãos. Estamos em guerra – é não se trata de uma guerra contra um vírus ou uma guerra econômica. É uma guerra religiosa. Oração e penitência são as nossas principais armas.

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