Uma coisa me intrigou na novela do fogo na Amazônia.

Você sabe o enredo: ecoterroristas ligados a ONGs puseram fogo no mato para insinuar que o Bolsonaro não está cuidando da Amazônia. A Polícia Civil do Pará inquiriu e descobriu que quatro piromaníacos foram responsáveis pelo fogaréu. Os malucos foram presos mas um juiz mandou soltar. Talvez a razão seja alguma nova interpretação da Constituição tipo “ninguém é obrigado a ir preso contra a vontade” ou uma dessas novidades das quais nós, brasileiros, somos pródigos.

O fato é que, na saída da delegacia, os quatro incendiários posaram para uma foto onde aparecem rodeados por policiais exibindo as metrancas e dando risada.

Do que riam os guardas? Por que estavam tão felizes? Serão amigos de boteco dos quatro lunáticos? São irmãos-em-armas na sanha contra O Mito? Será que riem o tempo todo – quando prendem e quando soltam – e por isso estão rindo pela felicidade do dever cumprido? Serão discípulos da Escória, digo, Escola de Frankfurt e adeptos da revolução pelo lumpenproletariado? Serão o braço armado dos herdeiros das capitanias do tempo do Brasil colônia? Será que os guardas – Deus me defenda de tal idéia! – riam de nós?

Me ajude a desvendar esse mistério…

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