O Prêmio IgNobel é uma paródia ao Prêmio Nobel e o ganha quem fizer a descoberta científica mais esquisita do ano.

Houvesse um IgNobel de jornalismo, o Brasil teria sérios candidatos.

Um jornalista do G1, no dia 7 de setembro, chamou o menino que desfilou com Bolsonaro de “moleque imbecil”. E, não contente com o epíteto, ainda o mandou ir estudar. Estudar o quê? O que tem haver o estudo com desfile em carro aberto ao lado do presidente da república na maior data cívica do Brasil? Seríssimo candidato ao prêmio.

Uma jornalista, da Globo News, comentando os 18 anos do atentado de 11 de setembro, disse que ele já havia atingido a maioridade e já podia votar. Além da grosseria, a jornalista demonstrou a sua total ignorância sobre o processo eleitoral. Aos 16 anos, uma pessoa já pode votar.

O terceiro candidato é o nosso velho e conhecido amigo rei das gafes Mário Sérgio Conti – aquele mesmo que entrevistou o sósia do Felipão. Conti, em artigo na Folha, lamentou que Bolsonaro não tenha morrido esfaqueado.

O quarto ignóbil é o jornalista da Época que virou cliente da coach Heloísa Bolsonaro, esposa de Eduardo, para ver se pescava alguma informação comprometedora da família. Como a internet vive de treta, muita gente se manifestou contra e a favor de um e de outra. O que eu acho? Acho que é só uma história besta sem pé nem cabeça. Mais uma prova da bestice da mídia de massa.

Veja que profusão de candidatos ao prêmio. E isso no intervalo de poucos dias. Realmente, o Brasil não é para principiantes.

Em comum, esses quatro ignóbeis têm o viés marxista que decerto adquiriram no sistema educacional brasileiro. Não apenas na faculdade mas também no ensino médio e até mesmo no fundamental já que o ataque marxista às mentes começa na mais tenra idade.

Prá você ver que marxismo não faz bem pra cabeça.

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