Parece que a moda agora é falar em desigualdade. “O Brasil é um país desigual.” “O nosso problema é a desiguldade.” Às vezes, se fala em desiguldade social. Outras vezes, desigualdade econômica. No fundo, o significado é o mesmo – uns poucos têm muito e muitos outros têm pouco. A velha e boa luta de classes.

Se calculássemos o PIB mundial e o dividíssemos por 7 bilhões de pessoas (a população mundial, é o que dizem, é o que diz a ONU – você acredita? Alguma vez na vida o IBGE bateu na sua porta? Se no Brasil as estatísticas não são confiáveis, imagine em países menos estruturados ou que vivem sob ditaduras manipuladoras) quanto tempo demoraria para haver ricos e pobres novamente? Semanas? Dias? Horas?

Pobreza e riqueza dependem de vários fatores: berço, personalidade, caráter (ou falta dele), acaso etc.

Mas nada disso importa aos justiceiros arautos da igualdade social. O discurso oculto é a necessidade de tirar dos malvados ricos para dar aos bondosos pobres mediante, é claro, uma taxa de administração – conhecida como carga tributária – cobrada pelo agente justiceiro: o Estado.

Não caia nesse conto do vigário.

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