Na Copa do Mundo de 1958, na preleção do jogo contra a União Soviética – a temível seleção “científica” – o técnico brasileiro deu instruções precisas aos craques brasileiros sobre como trocar passes e fazer um gol. Ao fim do mirabolante raciocínio, Garrincha, em sua simplicidade lógica esmagadora, perguntou: E o senhor já combinou tudo isso com os russos?

Não, Feola não combinara.

Quem combinaria tudo com os russos seria Tisserant, cardeal católico, em agosto de 1962.

Naquela data, o traidor se reuniu com o metropolita russo Nikodim (agente da KGB de codinome Adamant) na cidade francesa de Metz para assegurar a participação da igreja ortodoxa russa no Concílio Vaticano II que se iniciaria em setembro. E a jogada era a seguinte: os russos participariam do Concílio como ouvintes; em troca, os cardeais não tocariam na palavra “comunismo”. Tudo em nome do “ecumenismo”.

Eis a página mais negra da história da Igreja que comemoramos por esses dias.

Já tratei deste tema antes e vou continuar falando dele até a minha língua secar.

Outro que fala bastante sobre isso é Olavo. Assista Olavo de Carvalho – Gustavo Corção: “O Século do Nada” (livro), Concílio Vaticano II.

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