A boneca Barbie, ícone da magreza, completou 60 anos. Durante esse tempo, a boneca cuidou de encher a cabeça das meninas com o ideal da eterna cintura fina e da eterna meninice mental.

Barbie não esteve só. Antes dela, Audrey Hepburn já mostrava sua silhueta esguia nos palcos e no cinema. Nas passarelas, na década de 1960, Twiggy lançava a moda das top models esqueléticas.

De lá para cá, a obsessão pela magreza tomou conta das mentes femininas. A consequência óbvia dessa mentalidade foi o horror pela maternidade – ah!, a maldita maternidade que engrossa a cintura, altera as formas e… bom, deixa pra lá, vamos parar por aqui.

Na guerra contra a maternidade e contra a família, a pílula chegou às massas na década de 1960. A lei do divórcio brasileira foi criada em 1977. Nesse meio tempo, a Nova Ordem Mundial – ou globalistas, ou Clube Bilderberg, ou metacapitalistas, chame do que quiser – lançava a sua campanha mundial pelo aborto como instrumento de controle populacional. Mais tarde, virou moda a esterelização voluntária – ligadura de trompas e vasectomia. Isso sem falar em preservativos, DIUs, pílulas dos dias seguintes etc.

O mais esquisito dessa nossa sociedade contemporânea é o efeito inverso obtido por essa estratégia manipuladora. As cinturas nunca estiveram tão grossas nem os corpos tão obesos. Algumas mulheres parecem sofrer mais, talvez como consequência da ingestão indiscriminada de pílulas anticoncepcionais e certamente pela alimentação inadequada de que (quase) todos nós somos culpados.

Mas essa é outra história.

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