Um esquerdista – cujo nome esqueci e não pretendo lembrar – cunhou a frase 1968 o ano que não acabou. Isso ou algo parecido. Agora, bem que poderíamos dizer: 1964, o ano que não acabou de encher o saco.

A atual polêmica em torno da data mostra a estreiteza intelectual do povo brasileiro. A mentira do “golpe de 64”, vendida por décadas por professores, jornalistas e artistas, já não se sustenta mais. Todos vimos a narrativa da esquerda para vender o impeachment de Dona Dilma, A Usurpadora, como “golpe”. Ou “gópi” em esquerdismo castiço.

Mas, como a internet vive de treta e eu não quero ficar fora dela, vou dar a minha contribuição.

Quem quer entender o que de fato ocorreu naquela época, deve ler 1964, O Elo Perdido – O Brasil nos arquivos do serviço secreto comunista, de Mauro “Abranches” Kraenski e Vladimir Petrilák, com prefácio de Olavo.

Trecho da apresentação (de Renor oliver Filho) na contra-capa:

Este livro põe em nova perspectiva as conturbadas décadas de 50 e 60 no Brasil pelo prisma dos documentos oficiais dos serviços secretos do bloco soviético, que atuaram no país de forma intensa e muitas vezes insuspeita. São relatórios de agentes secretos, planos de operações, recibos de pagamento em dinheiro de colaboradores brasileiros…

E trecho do prefácio, de Olavo:

O silêncio cúmplice, o comodismo, a mistura promíscua e obscena de jornalismo com militância esquerdista, conseguiram bloquear, por meio século, o acesso do povo brasileiro não só a fatos como a meras perguntas que pudessem abalar a mitologia dominante.

Mas agora a brincadeira acabou.

De fato, acabou a brincadeira e começou o mimimi.

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