Clique aqui para ver o vídeo Folha: campeã de vigarice. Olavo analisa o ataque da Folha contra ele por meio de quatro artigos recentemente publicados.

O jornal usa um algoritmo de agrupamento de assuntos da obra do filósofo para traçar um perfil dele. Por melhor que seja um algoritmo, não podemos nos esquecer que o computador é um retardado mental mecânico (Peter Drucker) e que a maioria das falhas do computador é por problemas de BIOS (não, não significa Basic Input Output System, mas Burro Ignorante Operando o Sistema).

Com a verve habitual, cita verbete de Gilberto Freyre: intelectuário – mistura de intelectual com funcionário. Ou seja, uma contradição em termos (aos 22′ da primeira parte).

Cita também os autores José Onório Rodrigues e Edmundo Campos Coelho (este, autor de A Sinecura Acadêmica) – aos 25′ da primeira parte. E, por falar em academia, critica o bacharelismo tão bem retratado por Machado de Assis (A Teoria do Medalhão) e Lima Barreto – aos 4’30” da segunda parte.

Por fim, comenta João Pereira Coutinho, que critica a falta de diálogo de Olavo com os esquerdistas e dá como exemplo a postura de Roger Scruton – aos 11′ da segunda parte. Ora, comparar Olavo com Scruton é comparar o Brasil com a Inglaterra. Scruton também não é tão gentleman assim. Na introdução do livro Pensadores da Nova Esquerda, ele diz que escreveu o livro para poupar o leitor da tortura mental a que ele – o leitor – seria submetido se tivesse que ler toda aquela baboseira. Bola fora, portuga!

Por fim, Olavo explica que, no mundo marxista, a teoria é um momento da praxis. E a praxis é a ação política para a consquista e a manutenção do poder, ação normalmente exercida por meio da matança.

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