Há aqueles como Norfolk que me seguem porque eu uso a coroa; há aqueles como Cromwell que me seguem porque são chacais de dentes afiados e sou o seu tigre; há uma massa que me segue porque seguiria qualquer coisa que se movesse. E há você, Thomas…

Henrique VIII

(no filme O Homem que não vendeu a sua alma)

O comunismo é uma mentira anti-cristã baseada na criação de antagonismos e sustentada por uma rede de relacionamentos que conduz à doença mental e ao homicídio.

O italiano Antônio Gramsci (1891-1937) ensinou que a revolução não deve ser feita à força de armas mas pela hegemonia cultural, levada a cabo lentamente, gota a gota, em doses homeopáticas para que as vítimas (nós) nem sequer notem. Segundo ele, os comunistas devem se infiltrar onde quer que possam ser agentes de influência – no jornalismo, na educação, na cultura etc. – até chegar ao ponto em que toda a sociedade seja comunista sem sequer saber. Exatamente o quadro que temos hoje.

Hoje, em algumas profissões, quem não é esquerdista tem que ficar bem quietinho porque, se abrir a boca, é escanteado e vai ter que arranjar outra coisa para fazer. Os comunistas são mestres em usar a pressão do grupo – o chamado patrulhamento ideológico tão condenado por eles mesmos antigamente, antes de chegarem ao poder. Pimenta no olho dos outros é refresco.

Por outro lado, quem é do grupo, tem vital interesse na perpetuação do comunismo, porque é dele que vive. Na recente eleição presidencial, os esquerdistas estavam desesperados porque tinham medo de perder o financiamento público que chega em forma de verbas publicitárias, lei Rouanet, projetos universitários ideologicamente orientados, contratos de amigos e por aí afora. Não nos iludamos; os comunistas foram muito diligentes na sua obra de destruição – a penetração gramscista foi profunda e abrangente e o combate vai ser duro.

Se quisermos erradicar essa praga vermelha do Brasil, temos que oferecer alternativas de vida para quem quer se livrar dela. Há muita gente – a massa que segue qualquer coisa que se mova – pronta a largar a criminosa cultura comunista de pilantragem e indecência. Os criminosos têm que pagar pelos seus crimes mas o povo precisa ter alternativas para sair dessa economia fascista.

É hora de deixarmos de lado a nossa preguiça e o nosso individualismo e pararmos de reclamar que dinheiro não dá em árvore nem que a água da chuva não é cerveja e nos lançarmos à criação de meios concretos de ação mediante nosso empenho e nossa inteligência. Afinal, Nosso Senhor Jesus Cristo, sarcasticamente, já nos deu o pito:

Os filhos deste mundo são mais prudentes do que os filhos da luz no trato com seus semelhantes.

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