O irmão ajudado pelo seu irmão é forte como uma cidade amuralhada

Pv 18, 19

O comunismo é uma mentira anti-cristã baseada na criação de antagonismos e sustentada por uma rede de relacionamentos que conduz à doença mental e ao homicídio.

O comunismo, como não produz nada que preste, se alimenta de intrigas. Vive jogando irmão contra irmão. Dividir para reinar, eis o seu lema.

O primeiro antagonismo comunista foi inventado quando Karl Marx jogou os empregados contra os patrões. Marx acreditava que o proletariado faria a revolução. Ele estava errado e, década depois, Marcuse descobriu que os verdadeiros revolucionários eram os marginais – ladrões, homicidas, falsários, drogados, bebuns, traficantes, prostitutas, doidos… ou seja, toda e qualquer pessoa que seja ou se sinta marginalizada. Que seja ou se sinta – eis aqui o pulo do gato.

Todos nós temos frustrações e, se quisermos, podemos nos enganar a nós mesmos e criar um mundo de fantasias e nos fazer de vítimas e exigir que raimundo e todo mundo nos satisfaça. A estratégia comunista é, acima de tudo, uma estratégia psicológica que manipula frustrações, ódios, invejas, ressentimentos e todo tipo de vilezas.

Cai quem quer. Os comunistas não estão interessados em resolver o problema de ninguém, só querem ganhar com a briga. Mas, como a cada minuto nasce um otário, os histéricos engrossam as fileiras de militantes.

Antes, no tempo em que as pessoas tinham religião, era Deus quem fazia justiça. Hoje, tempo de religião sem Deus, quem faz a justiça é o Estado (pela garantia dos direitos – essa é a maior). Antes, as pessoas acreditavam na Encarnação, Paixão e Morte de Nosso Senhor Jesus Cristo e sabiam que a dor é consequência do pecado original e que o remédio para todos os males – pessoais ou do mundo – é a busca da santificação pessoal com a ajuda do Espírito Santo Paráclito. Hoje, tempo em que as pessoas acreditam no próprio umbigo, o culpado pela dor são os outros (acredite em mim, até o mais impenitente dos assassinos acredita ser uma vítima da sociedade) e o remédio é a sujeição desses outros ao esquema comportamental traçado na mente do revolucionário que já se sente detentor de um futuro maravilhoso que o autoriza a fazer e desfazer.

No lugar de Deus, o Estado; no lugar do Espírito Santo, o próprio revolucionário; no lugar de Cristo, Marx ou um dos seus tataranetos da moda.

Tudo começou quando Lutero tirou os olhos do Corpo Místico de Cristo e os virou para dentro de si – ao magistério da Igreja Católica, opôs o livre exame das escrituras e abriu a Caixa de Pandora moderna da qual procede o marxismo. Se quisermos nos livrar do comunismo, temos que fazer o caminho inverso e olhar para a Igreja de Cristo, dona de uma Tradição repleta de santos e santas.

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