Alexandre Frota – Sem dúvida, a pessoa certa para dialogar com os esquerdistas. Ele não é apenas um carro de assalto – é uma frota inteira. Alguns deputados vão lamentar terem sido eleitos – decerto repetirão a frase de Stédile após o debate com Olavo de Carvalho: “Se eu soubesse que ia ser tão humilhado, nem teria vindo”. Aos moralistas, deixo a frase de um santo: “(…) ele ainda pode vir a ser um Agostinho, enquanto tu não passas de um medíocre”.

Gil Diniz – O Carteiro Reaça, pernambucano, filho de mãe diarista e pai ajudante-geral, indicado por Nando Moura: “Votar nele é votar em mim”. Se o deputado me permite uma sugestão, lute para diminuir o peso orçamentário da Assembléia Legislativa.

Major Olímpio – Personalidade que acompanho desde 1998 quando ele lançou o livro “Reaja! Prepare-se para o Confronto – Técnica Israelense de Combate”, escrito com outros três oficiais de PM/SP. Na época, os quatros oficiais sofreram duras reprimendas do chefe, o democrata desarmamentista Mário Covas.

Bolsonaro – Ganhou mas não levou. Quem não sabia que isso ocorreria? “O importante não é quem vota, mas quem conta os votos” disse Stálin, o ídolo dos esquerdistas, o gênio do mal, o secretário do capeta.

Por fim, parabenizo Joice Hasselmann e Janaína Paschoal pelo excepcional desempenho. A propósito, cadê as feministas, que se calam ante tamanha façanha feminina? Estão mais quietas que um morto.

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