Nas manifestações do final do ano de 2014 – as primeiras manifestações conservadoras após décadas do monopólio comunista partidário – em que repelia as lideranças políticas, o povo estava, na verdade, enojado das lideranças políticas tradicionais representativas do estamento burocrático, essa casta maldita que vive do suor do grosso da população. A mesma ojeriza se repetiu nas gigantescas manifestações que se seguiram em 2015 e 2016. O povo buscava um líder em quem pudesse confiar.

Quis o destino que o povo se identificasse com Bolsonaro – por sua honestidade, por sua franqueza e por ter os mesmos valores conservadores do brasileiro: nada de ideologia de gênero, nada de idolatria a bandidos, valorização da família e da religião. Bolsonaro é a resposta às manifestações que começaram em 2014 em todo o Brasil e que tiveram na avenida Paulista, em São Paulo, a sua maior representação.

Bolsonaro foi criminosamente ignorado pela mídia enquanto foi possível. Quando começou a dar na cara, os jornalistas inverteram o jogo e passaram a atacá-lo de todas as formas possíveis: fascista, racista, machista, taxista, sambista… Na sua sanha demoníaca, os jornalistas comunistas se esqueceram da máxima da vida política: falem mal, mas falem de mim. O discurso de ódio de jornalistas, professores e artistas criou uma onda de maldade que culminou com o atentado terrorista em que um mineiro de juízo de fora deu a facada que tornou Bolsonaro celebridade nacional instantânea – quem nunca ouvira falar do homem nos rincões do país foi bombardeado com as notícias sobre o presidenciável que derramou o sangue pela pátria. Por ironia do destino, o candidato que tinha apenas 7 segundos de horário de tv passou a ocupar 24 horas por dia do noticiário.

Uma revista semanal chegou a fazer uma reportagem estilo golpe baixo sobre uma separação de casal ocorrida décadas atrás, xingando o povo de burro. Ora, quem não sabe que uma separação é um episódio desastroso para todo mundo – marido, esposa, filhos, familiares…? Se a intenção da revista era prejudicar Bolsonaro entre o eleitorado feminino, foi um tiro no pé, ou, pior ainda, um tiro nos dois pés. Esquecendo-se da psicologia feminina que, em certas situações, vê na outra mulher uma rival, a revista cometeu o erro crasso de julgar que todas as mulheres, numa atitude de grupo, ficariam do lado da ex-esposa de Bolsonaro; acontece que essa atitude de grupo só ocorre entre as feministas doentes que odeiam os homens. O efeito foi justamente o oposto e a rejeição a Bolsonaro diminuiu.

Não só isso. Por todo o Brasil, se vêem manifestações espontâneas gigantescas, algo inédito na política mundial, em todos os tempos. Isso se deve á horizontalidade da internet, essa mesma internet dominada por grupos globalistas que querem escravizar o mundo e se perguntam, abestalhados, o que está acontecendo no Brasil. Não conseguirão entender, evidentemente, pois o Brasil não é para principiantes – frase de um compositor de uma época em que a cultura não era ideologizada por rouanets.

Pior ainda, Bolsonaro alcançou notoriedade graças a programas de humor esquerdistas que tentavam ridicularizá-lo chamando-o de homofóbico quando ele simplesmente defendia as crianças contra o kit-gay do Hadad. (Escrevi errado? Não me importo com esse tipo de grafia.) Homofóbico é quem manipula os gays. Chamavam-no de racista porque ele simplesmente é contra privilégios de determinados grupos étnicos contra o grosso da população – isso, sim, a própria definição de racismo. A ironia é que esses humoristas catapultaram-no ao estrelato.

O próprio Bolsonaro admite que não escolheu ser presidente; ao contrário, foi escolhido pelo povo.

Não sei se O Mito será nosso presidente; a urna eletrônica sabe. Como disse Stalin: não importa quem vota mas sim que conta os votos.

Como quer que seja, Bolsonaro é a resposta de Deus ao povo que, em 2014, 2015 e 2016 saiu às ruas dizendo Olavo Tem Razão.

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