Fato 1: as mulheres são maioria do eleitorado e estão indecisas.

Fato 2: o estamento burocrático está morrendo de medo de Bolsonaro.

Juntando isso com aquilo, o estamento burocrático resolveu jogar a mulherada contra Bolsonaro. Está no ar uma campanha midiática intensa e sutil promovendo o ódio contra o homem – o homem em geral, não o homem Bolsonaro. Reportagens sobre reportagens mostram como o homem é agressivo, como bate em mulher, como são assassinos, estupradores e violentos. Tudo para criar uma atmosfera contrária a demonstrações de virilidade e levar as eleitoras a buscarem candidatas no lugar de candidatos.

Atento a isso, boa parte dos partidos resolveu escolher mulheres como vices.

A campanha é intensa e sutil. O alvo é Bolsonaro. Não caia nessa.

Nota: a violência masculina contra a mulher é fruto de uma derivação da boa e velha luta de classes – patrão versus empregado -; no caso, homem contra mulher. A revolução sexual tinha como objetivo exatamente isso: amor livre, filhos sem pai, fim da família divórcio, aborto, confusões de toda a espécie. Um caldo cultural cujo resultado só podia ser a violência.

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