Não contentes com o desarmamento da população, os revolucionários querem, agora, desarmar também os policiais.

Está no ar uma campanha para que policiais de folga não andem armados.

Com o cinismo típico dos esquerdistas, a campanha argumenta que policiais de folga, de cabeça quente por causa de brigas de trânsito ou de bar, usam as armas para matar inocentes. Sem as armas, argumentam os revolucionários, os policiais de folga não matariam.

O Bom Dia Brasil de hoje, na Globo News, exibiu uma reportagem dizendo que, em 2017, mais de duzentas pessoas foram mortas por policiais de folga no estado de São Paulo, e que, em 2018, são 35 as vítimas. Ora, sabe-se que muitos policiais fazem bico de segurança. Por isso, muito provavelmente, boa parte desses mortos eram bandidos.

A Globo, entretanto, omite essa informação. Omite, também, a defesa dos policiais, mostrando, apenas, o lado dos mortos. Pior ainda: como exemplos da letalidade dos policias de folga, mostra uma briga de trânsito e uma briga de bar, induzindo os telespectadores a acreditar que todas as mortes tiveram motivos fúteis. Por outro lado, a emissora cala totalmente as ocasiões em que os policiais de folga, podendo prevaricar, arriscam a vida em defesa da sociedade.

Todo mundo sabe onde o desarmamento vai dar: Illinous, o estado mais desarmamentista dos EUA, é, também, o que exibe as mais altas taxas de criminalidade. No Brasil, o desarmamento deixou o povo à mercê dos marginais. Essa tentativa de desarmar os policiais faz parte da estratégia de não apenas entregar o povo aos bandidos mas também de deixá-lo apatetado, como se o povo fosse um bando de incapazes que precisam do Papai-Estado para tomar conta dele.

O Estado não é um papai nem uma mamãe.

Leia: Nosso Inimigo, o Estado.

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