No início da década de 90, o mundo respirava aliviado: o Muro de Berlim caíra, a União Soviética acabara, a Guerra Fria terminara, o comunismo chegara ao fim. Ronald Reagan e João Paulo II haviam vencido. Ufa!

Nada mais falso.

Não se pode, entretanto, culpar o povo por ter caído nessa mentira. A grande fonte de informação era a mídia de massa, que estava nas mãos dos comunas. Apenas alguns estudiosos escaparam da arapuca.

A União Soviética acabou porque era conveniente que acabasse. Ela foi sustentada em grande parte pelo dinheiro dos ziliardários americanos da Nova Ordem Mundial. Quando foi conveniente, eles passaram a financiar a China que tinha uma população (escrava) bem maior do que a União Soviética, ideal para a indústria e para o combate.

Além disso, a China tinha (e tem) também uma população unificada, bem diferente das diversas nações soviéticas onde cada uma tinha a sua identidade nacional que tendia à independência.

Mais importante ainda: a China não tem uma tradição religiosa como a dos países da antiga URSS – eita povo teimoso ligado a superstições pregadas por Moisés, Jesus, Maomé… aliás, Stalin era ele mesmo de um país tradicionalmente cristão. (Em sua longa agonia, Stalin certamente pensou: Cadê os médicos judeus? Se não me engano, eu mesmo dei cabo deles. Que burrada!) O que o comunismo conseguiu na Rússia foi potencializar o alcoolismo. Afinal, quem é que aguenta tanto lenga-lenga comunista sóbrio? Só mesmo enchendo a cara…

(Kublai Khan bem que tentou transformar a China em cristã; pediu a Marco Polo para que o Papa enviasse missionários para catequizá-lo. O Khan achava o Cristianismo uma religião de guerreiros, ideal para o seu exército que estava amolecendo. Mas os missionários do Papa arrepiaram caminho quando se depararam com dificuldades no Oriente Médio, onde, para variar, o pau comia. O Khan, então, acabou desistindo do Cristianismo.)

Outro fator importante: surgia a internet, que permitiu a estratégia de atuação em redes que se caracteriza pela instantaneidade e pelo comando oculto. Basta ver como os protestos esquerdistas se espalham pelo mundo de um dia para o outro, sem que se saiba quem os coordena.

O panorama atual é Vladimir KGB Putin (esse negócio de ex-KGB é conversa pra boi dormir; da KGB só se sai morto) eterniza-se na Rússia e, à distância, teleguia Raul Castro, comandante do Foro de São Paulo; Xi Jimping eterniza-se no comando da China enquanto o seu office-boy Kim Jong-un cumpre o papel de doido descontrolado. Nas antigas repúblicas soviéticas, os comunas continuam no poder. O Foro de São Paulo manda e desmanda na América Latina, incluindo o Brasil. A coisa parece mais preta do que nunca. Ou melhor, mais vermelha do que nunca.

Mas a grande inimiga do comunismo vela por nós. No centenário das aparições de Fátima, tomou posse Trump, que não está para brincadeiras.

Coinciência? Ou Providência?

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