Prezado amigo jornalista

Vivemos tempos de uma mudança civilizacional. A era cristã bambeia e o Ocidente é atacado pelo islã, pelo comunismo sino-soviético e pela Nova Ordem Mundial, essa cobra caseira. É um tempo de mudanças radicais – que aos fracos amedronta e aos fortes desafia – e que a poucos é dado testemunhar e reconhecer. Um tempo extraordinário, numa palavra.

Dentre as inúmeras forças destruidoras da nossa civilização, talvez a mais forte seja a Revolução Sexual. O livro de E. Michael Jones – Libido Dominandi: Sexual Liberation and Political Control – explica em detalhes como o sexo é usado para o controle social. Um dos mais recentes exemplos são os esquerdistas europeus que nos anos 1960 inventaram o top less e hoje clamam pela burca.

A Revolução Sexual já deixou para trás o gayzismo – um movimento político que manipula o homossexualismo para destruir o Direito de Família. Agora, que a união homossexual já está socialmene aceita, a pedofilia é a nova fronteira da revolução.

As forças internacionais deram o comando e a campanha pela legalização da pedofilia já começou no Brasil. Proliferam exposições cujo objetivo é chocar e trazer o tema para o debate. Trata-se de um ardil psicológico: debater um tema indebatível (como a honestidade da senhora sua mãe, por exemplo; você vai aceita discutir isto?). O passo seguinte será uma enxurrada de artigos acadêmicos de psicologia e sociologia legitimando a bizarrice.

O comportamento de um jornalista deve ser igual ao comportamento de qualquer outra pessoa: não aceitar sequer debater o assunto. Tentar justificar o motivo pelo qual a pedofilia não pode ser aceita só vai gerar o “debate do tema”, justamente o efeito que os engenheiros sociais desejam. Temos de criar uma atmosfera de rejeição total e absoluta de sequer discutir a coisa. Em vez de debater, denuncie a manipulação psicológica subjacente.

Você, meu amigo jornalista, tem papel fundamental na extraordinária época em que vivemos. Graças ao controle do fluxo de informações e à concentração dos veículos de mídia nas mãos de poucas pessoas (no Brasil, três grupos?), a mídia faz do povo gato e sapato.

Por azares ou sortes do destino, você foi lançado no olho do furação e deve escolher o seu caminho: calar como um covarde ou lutar como um valente. Sei que a luta é braba porque conheço as redações; sei que você é capaz porque o conheço.

Da sua escolha depende a sorte da nação brasileira – essa nação periférica terceiro-mundista que já foi chamada de país do futuro, expressão que virou um escárnio, mas que pode se tornar um foco de resistência internacional e garantir a sobrevivência do Ocidente.

Dessa escolha depende, também, o destino da sua alma imortal.

PS – Após a pedofilia, virão a zoofilia e a necrofilia.

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