Anna Carolina Jatobá, condenada pela morte da menina Isabella Nardoni, está em regime semi-aberto. Ela recebeu o benefício em virtude de “bom comportamento”. Poderá sair durante o dia para trabalhar e terá direito a saídas temporárias em datas especiais com alguns dias de duração. Na nova residência, tem como boa companheira Suzane Richtofen. Uma matou os pais, a outra a enteada. E, pasme!, a primeira saída temporária prevista para Jatobá deve cair no Dia das Crianças.

Isso é ou não é demoníaco?

Por mais que isso nos revolte, não há o que reclamar do Judiciário. O que está errado são as leis. As lindas leis brasileiras de incentivo ao crime já vêm prontas da ONU e os belos políticos brasileiros só têm o trabalho de carimbar e dizer sim senhor aos seus patrões fabianos – Rockfeller, Soros, Gates etc.

Aliás, o nível dos políticos brasileiros recebeu dias atrás um comentário hilariante de Olavo de Carvalho: O nível mental da política brasileira caiu mais fundo do que satanás quando foi chutado do céu. Esses idiotas úteis sequer sabem o que estão aprovando – são idiotas demais para saberem que são úteis (outra frase de OdC).

Não podemos, evidentemente, generalizar. Não estou dizendo que todos os políticos brasileiros são assim; apenas uns 99%. Dá para contar numa mão aleijada a quantidade de políticos brasileiros decentes.

A própria figura do “bom comportamento” faz parte da agenda socialista – o Newspeak – onde as palavras querem dizer exatamente o oposto do que significam. Um assassino bem comportado, essa é boa!

Por essas e por outras, o Brasil se tornou a ante-sala do inferno.

Nessa altura do campeonato, talvez você esteja pensando:

Êpa! Esse blogueiro é pessimista.

Nada mais falso. Acredito que a realidade, por mais que dôa, deve ser conhecida para que possamos agir. E a realidade brasileira, no estágio em que está, somente pode ser revertida por um milagre protagonizado por um santo de primeira grandeza. É disso que o nosso país está precisando: de santos e de santas que resgatem o Brasil das mãos do capeta.

Por que não eu? Por que não você?

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