Quem quer que passe pela avenida Rio Branco ou pela avenida Duque de Caxias, em São Paulo, vai se deparar com a inqualificável cena da cracolândia na Praça Princesa Isabel, local para onde migraram os dependentes após a ação governamental ocorrida semanas atrás.

Antes restrita a estreitas ruas, a cracolândia só era vista pela tv ou pelos valentes que se aventurassem por aquelas bandas. Isso, de certa forma, varria o problema pra debaixo do tapete, como se costuma dizer. Agora, o triste espetáculo está aos olhos de todos, dia e noite, bem ao lado de duas das mais importantes avenidas paulistanas, exigindo solução.

A opinião da população está dividida. Para uns, a solução é na marra: cadeia e cemitério. Para outros, a internação compulsória; para outros ainda, o tratamento voluntário – em ambos os casos, o problema é a escassez de recursos. Há também quem ache que o problema é a restrição às drogas; se fôssem liberadas, não haveria nada disso (como isso pode ser possível, é coisa que me escapa completamente).

Como quer que seja, a consequência do consumo da droga está aí, bem aos nossos olhos, e o que não falta é divergência de opinião. O próprio governo, antes da ação, disse que o problema estava sendo estudado em conjunto com 44 associações, entre polícias, ongs etc.

Mas, em meio a tudo isso, há um assunto proibido – um tabu – sobre o qual ninguém fala: o Foro de São Paulo, organização comunista à qual pertencem as FARC, a narco-guerrilha terrorista colombiana responsável principal pela produção e distribuição de drogas no Brasil.

O movimento comunista foi quem criou o comércio de drogas para ganhar dinheiro e, de quebra, aniquilar populações inteiras. Hoje, o Brasil está dizimado pela maconha, pelo crack e pela cocaína.

Além de traficar, os comunistas fazem coisa muito pior: devastam culturalmente o Brasil e colocam desde cedo na cabeça das nossas crianças belas teorias como a ideologia de gênero, o incentivo ao aborto, às drogas e à revolta, o ódio à religião e mais uma porção de barbaridades que, inevitavelmente, conduzem ao homicídio, ao suicídio e às drogas.

Enquanto não colocarmos o dedo na ferida do Foro de São Paulo, ficaremos numa conversa de surdos enxugando gelo.

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