O Exército está nas ruas do Rio de Janeiro e do Espírito Santo.

Mais uma vez, o brasileiro dá um jeitinho nas coisas. Em vez de irmos à raiz do problema – seja ela a insegurança desmedida, a má remuneração (ou a falta dela), a crise econômica causada pelo governo comunista do Foro de São Paulo -, nos contentamos em atribuir às Forças Armadas uma tarefa que não é delas – elas não têm preparação para ocupar o lugar da PM.

Algumas pessoas dirão que é uma medida de emergência, que é melhor isso do que nada.

Emergência? Há muitos anos o Exército vem patrulhando as ruas do Rio. Foi assim na Copa, nas Olímpíadas e na Jornada Mundial da Juventude.

A solução é muito simples – tão simples quanto difícil: atacar o Foro de São Paulo, entidade supranacional que manda no Brasil e que é responsável pelo tráfico de drogas, pela crise econômica e pela infiltração nas polícias.

(Parabéns ao governo do Espírito Santo que está processando os PMs revoltosos. É preciso punir principalmente as lideranças e mostrar de onde elas vêm: do movimento comunista.)

Isso sem falar na Força Nacional, essa guarda pretoriana (antes que você me chame de racista, veja o significado no dicionário) criada pelo PT.

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