2017 começou com matanças nos presídios brasileiros, com cenas diabólicas dignas dos piores filmes de terror. As vestais “otoridades” brasileiras, rasgando as vestes, uniram-se à mídia de massa, aos especialistas universitários e às ONGs para proferirem lindos, infindáveis e mirabolantes discursos onde abundaram as palavras superlotação, tráfico, facções, corrupção, ressocialização, senso, mutirão, FDN, PCC, ADA, CV… blá blá blá… As “otoridades” sequer sabem quantos presos há; aliás, o que esperar de um país que não consegue nem tapar buraco na rua?

Tudo cortina de fumaça porque as palavras-chave realmente importantes estão proibidas, ninguém pode pronunciar; são: FORO DE SÃO PAULO.

O Foro de São Paulo é uma entidade criada por Fidel “Açougueiro” Castro e Lula em 1990 sob o patrocínio intelectual do “Frei” (?) Beto com o objetivo de resgatar, na América Latina, o prestígio perdido com o fim da União Soviética. O Foro de São Paulo reúne partidos esquerdistas e organizações criminosas como, por exemplo, o grupo narco-terrorista FARC e o MIR chileno (que treina o PCC para sequestros). O Foro de São Paulo lucra com toda essa indústria do crime. Até recentemente, o Foro de São Paulo controlava todas essas facções mas, com o esfacelamento do PT, o Foro ficou acéfalo: os líderes perderam a mão e os liderados perceberam que era o momento de ação – cada um pra si e Deus pra todos. Começou, então, a valer a lei da selva, a lei do cão, que culminou no que estamos vendo agora.

Mas você não verá nada disso na grande mídia porque ela é parte integrante do Foro de São Paulo.

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