A prisão de Eduardo Cunha é mais um capítulo na interminável novela da faxina da vida pública nacional. O que ela significa?

Duas coisas:

1. Os bandidos vão aprimorar os métodos de roubo;

2. Novos bandidos tomarão o lugar dos velhos.

Uma nação não se constrói à base de cadeia. Uma nação se constrói à base das relações entre as pessoas – na vida pública, no trabalho, na convivência com os vizinhos, no relacionamento familiar. A ênfase dada à luta contra a corrupção tem funcionado como um boi de piranha na luta revolucionária. Enquanto o povo está preocupado com crise econômica, a guerra cultural corre solta e porcarias como ideologia de gênero, aborto, apologia às drogas, feminismo e incentivo ao crime ganham cada vez mais terreno, causando a destruição das relações inter-pessoais por meio da promoção do individualismo, da vitimização e dos ideiais marxistas sintetizados na frase “a religião é o ópio do povo”.

A religião é o núcleo de uma civilização – é o caroço de uma nação. A religião é o próprio povo. Um povo sem religião é um povo animalizado porque a religião é o que diferencia um bicho de um homem.

Quem diz que acredita em Deus mas não tem religião está dizendo “o meu Deus sou eu mesmo”.

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