Kim Jong-un está com a macaca!

A Coréia do Norte acabou de inaugurar um zoológico e, para alegria da molecada, uma das principais atrações é Azaléia, uma chimpanzé fumante. A bicha fuma um maço de cigarros por dia, os quais acende com um isqueiro ou com a bituca do cigarro anterior. Não se sabe a origem de tão animalesco hábito.

Os adeptos do politicamente correto, para quem o cigarro é um mal inenarrável e a maconha é o exercício da liberdade, estão inconformados com o tratamento desumano do animal. Na guerra cultural, a imagem de uma macaca munida de cigarros e isqueiro pode ser mais perigosa do que um revólver na mão de um macaco.

Os terroristas verdes ocidentais, descontentes com o colega vermelho que os colocou numa verdadeira sinuca de bico, ainda não pensaram em ir a Pyongyang protestar porque uma coisa é o tolerante mundo cristão e outra coisa, bem diferente, é se meter a besta com os animais norte-coreanos. Se aparecerem por lá, os gorilas os mandarão pentear macacos.

Os comunas brasileiros, que adoram macaquear os gringos, acham que o problema não é deles. Preocupados com o avanço do movimento conservador, certamente estão usando o provérbio “cada macaco no seu galho” para ficarem fora dessa.

Como quer que seja, aqui e no resto do mundo, com as recentes derrotas comunistas – fracassado acordo de paz das FARC, derrocada do PT, briga no Foro de São Paulo, ascenção trumpista – eles têm outros assuntos mais importantes do que cigarro de macaca. Os velhos macacos comunistas não vão meter a mão nessa cumbuca.

Macacos me mordam, Batman!

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