A Linha Vermelha do Metrô de São Paulo está com problemas. Como sofre o povo paulistano!

Mais tarde, provavelmente, o Metrô emitirá um comunicado dizendo que foi isso ou foi aquilo – um problema na rebinboca da parafuseta ou algum pneu furado.

O que está acontecendo? Jamais saberemos.

O que sabemos, de fato, é que os sindicalistas estão mandando no país. Foi relativamente fácil tirar dona Dilma, a Usurpadora, da Presidência, mas é muito mais difícil tirar um só sindicalista do poder. Veja, por exemplo, o que eles estão fazendo com os bancos. Dizem lutar pelo povo trabalhador – cái quem quer – mas, na prática, jogam os trabalhadores na fila do desespero com contas atrasadas, cartões para renovar e problemas de tudo quanto é tipo para resolver. Depois, conseguem uma merrequinha a mais que será pulverizada pela inflação; é só ver o que aconteceu com a conta de luz. Dobrou? Triplicou? Aumento causado pelos coleguinhas deles.

Os sindicalistas ocuparam o governo federal  por mais de 10 anos e o resultado está aí: a maior crise financeira desde Pedro Álvares Cabral.

Os sindicatos mandam nas escolas. Resultado: somos campeões (de trás para frente) nos testes internacionais de educação.

Os sindicalistas mandam no país. Resultado: somos um dos países mais corruptos do mundo, disputando a liderança com potências como Bolívia, Venezuela e Chade (vocẽ sabe onde fica o Chade?)

Os sindicalistas e seus amiguinhos da teologia da libertação infestam a Igreja Católica no Brasil. Resultado: dá pra contar nos dedos de uma mão aleijada os bons padres brasileiros.

Agora, o Metrô vermelho está com problemas. Os sindicalistas deitam e rolam e riem. Riem do povo.

Está na hora das pessoas de bem se juntarem – nos bancos, nas escolas, nas igrejas e em todos os lugares onde os esquerdistas estejam entocados – para escorraçar esses vigaristas da vida pública.

Xô, comunas, voltem para a insignificância de onde nunca deviam ter saído.

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