A Previdência Social informa: o índice de afastamentos do trabalho por “doenças mentais” subiu, em média, de 4% para quase 5% nos últimos três anos. Olhando apenas para estes números, um aumento de 25%.

No caso de “transtornos ansiosos e reação grave ao estresse”, o avanço chega a 30%.

Fruto da crise?

Nem tanto. Quem quer que observe o comportamento dos brasileiros – no trânsito, no transporte coletivo, nas filas, no atendimento das grandes corporações – já percebeu que a nossa saúde mental não anda muito boa. Tá todo mundo nervoso, ensimesmado, cada qual cuidando da sua carteira.

Também, pudera. O nosso natural desamor pela verdade e o nosso profundo amor pela lei do mínimo esforço – o jeitinho, a malandragem, a malícia – potencializados pelo avanço do marxismo ao longo de décadas só podia criar um país de doidos.

Isso sem falar nas drogas, sem falar nos suicídios…

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