No mercado, tem fila prioritária para idoso e mulher gestante (essa é demais!) ou para cliente com até 10 produtos. Nos bancos, fila para idosos, cliente especial e cliente nada especial. Em vez de aumentar a quantidade de caixas, aumentam a quantidade das filas. Não é esquisito?

No transporte público, tem o assento prioritário.

Antigamente, a criança aprendia com a família a dar lugar aos mais necessitados. Agora, virou lei. Em vez de obedecer o pai e a mãe, o cidadão tem que obedecer uma lei feita por algum nobre representante da nossa impoluta categoria política.

Que tempos, hein!?

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