No dia 8 de julho de 1909, Leão XIII instituiu a Associação da Medalha Milagrosa, cuja história remonta à tarde de 27 de novembro de 1830, quando Maria apareceu a Catarina Labouré e disse:

Fazei cunhar uma medalha conforme este modelo. Todos os que a usarem, trazendo-a ao pescoço, receberão grandes graças. Estas serão abundantes para aqueles que a usarem com confiança…

O modelo era a visão que Catarina estava tendo: Maria com um globo na mão e com os pés sobre uma meia esfera; nos dedos, anéis dispendendo raios de luz em todas as direções. À medida em que a Virgem falava, a visão ia se completando: no verso, um quadro ovalado, a frase “Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a Vós”, a letra M com a cruz, os corações, as dozes estrelas. A Medalha atual é um pouco diferente, mas foi aprovada pela Virgem.

Dos anéis luminosos, alguns, entretanto, não emitiam luz. Estavam apagados. A Virgem esclareceu posteriormente:

Os anéis dos quais não partem raios simbolizam as graças que se esquecem de me pedir.

A festa de hoje é um lembrete, uma boa ocasião para meditarmos nas graças que estamos esquecendo de pedir.

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