A Indonésia vai retomar a execução de prisioneiros sentenciados à pena de morte. Estima-se em 165 os infelizes no corredor da morte.

Sou contra a pena de morte por questões de ordem prática. Se for descoberto algum erro no processo de julgamento – como já ocorreu muitas vezes – um inocente terá sido morto. E aí, como é que faz? Quem presta contas da injustiça? Fica o dito pelo não dito?

Além do mais, normalmente os ricos sempre dão um jeito de se safarem e os pobres é que se ferram.

Então, na dúvida, a favor do réu.

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