O Padre Paulo Ricardo, em uma de suas aulas, disse que a vida intelectual dele se divide em antes de Olavo e depois de Olavo. Faço minhas as palavras dele.

Conhecer os ensinamentos do professor é conhecer uma nova vida, longe das manipulações da mídia de massa e das mentiras do sistema educacional. É, ao pé da letra, “conhecereis a verdade e a verdade vos libertará”. Conhecer Olavo é sentir-se livre.

Muita gente, dizia Chesterton, se orgulha de ser um self-made man, bate no peito dizendo que é fruto dos seus próprios pensamentos, que não deve nada a ninguém. Além da ingratidão, acrescenta à sua vida o pecado da burrice (bom, burrice não é pecado, mas você entende o que eu digo, não é?) porque ninguém tira as ideias do nada. Todos somos influenciados, de uma maneira ou de outra, mais ou menos conscientemente. Ingrato, burro, vaidoso e orgulhoso. Uma pessoa sem pai intelectual é isso mesmo, um filho sem pai.

Os meus pais intelectuais são o beato Frederico Ozanam, São Josemaría Escrivá e Olavo de Carvalho, que não é nem beato nem santo.

Por enquanto…

***

Anúncios